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	<title>Comportamento - Mente Plena</title>
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	<description>Centro de Referência de Psicologia</description>
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		<title>Apoio psicológico é importante para fumante abandonar o vício</title>
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		<dc:creator><![CDATA[rino3]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Nov 2020 14:30:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Dia Nacional de Combate ao Fumo, neste ano, reforça a mensagem de que há mais uma razão para que o hábito seja abandonado em definitivo: o agravamento do quadro de covid-19. O tabagismo é considerado uma epidemia pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e exige, muitas vezes, um tratamento que abranja a dimensão psicológica do fumante, conforme destaca a especialista Silvia Maria Cury Ismael. Segundo Silvia, que é a idealizadora e coordenadora do Programa Vida Sem Cigarro, do HCor, é preciso entender o que existe por trás do desejo pelo cigarro. Com experiência de quase três décadas nesse meio, ela diz que os 9,3% da população brasileira que ainda mantêm o hábito são, em grande parte, fumantes que não necessariamente consomem uma carteira toda em um curto intervalo de tempo, o que indica que a abordagem de psicólogos pode ser determinante. “A dificuldade que temos hoje é que a parcela que ainda permanece fumando é de pessoas que têm uma dependência ou uma compulsão muito forte. Nem sempre são pessoas que fumam muitos cigarros. Às vezes, são pessoas que fumam menos do que dez ou cinco por dia, que têm uma dependência física baixa, mas uma dependência psicológica muito alta. A parte emocional pega muito mais, deixa a pessoa muito alterada, com sintomas de abstinência.” O tabaco provoca a morte de mais de 8 milhões de pessoas, por ano, em todo o mundo. De acordo com a OMS, a proporção de óbitos que são resultado do uso direto do [&#8230;]</p>
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<p>O Dia Nacional de Combate ao Fumo,  neste ano, reforça a mensagem de que há mais uma razão para que o hábito seja abandonado em definitivo: o agravamento do quadro de covid-19. O tabagismo é considerado uma epidemia pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e exige, muitas vezes, um tratamento que abranja a dimensão psicológica do fumante, conforme destaca a especialista Silvia Maria Cury Ismael.</p>



<p>Segundo Silvia, que é a idealizadora e coordenadora do Programa Vida Sem Cigarro, do HCor, é preciso entender o que existe por trás do desejo pelo cigarro. Com experiência de quase três décadas nesse meio, ela diz que os 9,3% da população brasileira que ainda mantêm o hábito são, em grande parte, fumantes que não necessariamente consomem uma carteira toda em um curto intervalo de tempo, o que indica que a abordagem de psicólogos pode ser determinante.</p>



<p>“A dificuldade que temos hoje é que a parcela que ainda permanece fumando é de pessoas que têm uma dependência ou uma compulsão muito forte. Nem sempre são pessoas que fumam muitos cigarros. Às vezes, são pessoas que fumam menos do que dez ou cinco por dia, que têm uma dependência física baixa, mas uma dependência psicológica muito alta. A parte emocional pega muito mais, deixa a pessoa muito alterada, com sintomas de abstinência.”</p>



<p>O tabaco provoca a morte de mais de 8 milhões de pessoas, por ano, em todo o mundo. De acordo com a OMS, a proporção de óbitos que são resultado do uso direto do tabaco ultrapassa 7 milhões. Outros 1,2 milhão, aproximadamente, são de não-fumantes que foram expostos ao fumo passivo.</p>



<p>A conta faz sentido, já que, conforme aponta o Instituto Nacional de Câncer (Inca) – que em abril já alertava para os efeitos graves que o tabagismo pode desencadear em infectados pelo SarS-Cov-2 – a fumaça que sai da ponta do cigarro e se espalha pelo ambiente carrega até 50 vezes mais substâncias cancerígenas do que a fumaça que o fumante inala.</p>



<p>A fumaça do cigarro contém mais de 7 mil compostos e substâncias químicas. Desse total, no mínimo, 69 são cancerígenos.</p>



<p>“Trabalhamos procurando fazer a pessoa entender o perfil de fumante dela, porque o dependente de cigarro age muito, em algumas situações, no piloto automático, não avalia a situação, o que está sentindo, não tem percepção clara de por que está fumando naquele momento. Uma das coisas que trabalhamos na terapia é justamente isso. Geralmente, a questão do prazer é difícil pro fumante, tem a estimulação, a dependência física. São várias áreas que vamos avaliar junto com ele. Procuramos trabalhar do ponto de vista cognitivo as respostas que ele tem que ter”, complementa Silvia.</p>



<p>Para a psicóloga, a compreensão sobre esses mecanismos psíquicos evita que o fumante tenha recaídas. Outro motivo por que considera importante que o tratamento adote um protocolo individual, feito especificamente para cada tabagista.</p>



<p>“Há técnicas comportamentais, como adiar o fumo por um período, para trabalhar o autocontrole, entender o ‘cigarro da ansiedade’, entender por que fuma quando fica triste ou, se for acostumado a fumar sempre em determinados locais, ajudar a mudar um pouco o contexto de vida dele. Por exemplo, eu tinha uma paciente que saía da empresa onde trabalhava e fazia um percurso. Nesse percurso, até pegar a condução, ela fumava. Então, passou a sair por um outro lado da empresa, fazer um trajeto diferente, porque isso trabalha a quebra do padrão de comportamento, aquele condicionamento que você tem.&#8221;</p>



<p>Silvia relata ainda a experiência que teve com a capacitação de cerca de 1 mil profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS), em São Paulo capital, em 2015, por iniciativa do governo federal. Orientá-los a oferecer um tratamento adequado fez com que 44% dos pacientes inscritos nos programas antitabagistas da rede parassem de fumar.</p>



<p>“Apesar de o tabagismo ser uma doença, há profissionais de saúde que dizem que não sabem tratar fumantes. A partir do momento em que você capacita, que a Unidade Básica de Saúde implementa e existe uma legislação para isso – que diz que todas as unidades têm que ter tratamento para fumante – eles começam a tratar a população. O retorno que tivemos dos primeiros seis meses após a capacitação foi extremamente animador. Ao final, com 44% de sucesso, eles nem estavam com medicamento, foi só o tratamento de grupo com a terapia. Eles usavam, basicamente, o atendimento médico e a orientação psicológica. Foi muito bacana e gratificante.”</p>



<p>A médica cita que, além do apoio psicológico e das medicações, há outras ferramentas, como a terapia de reposição de nicotina, a goma de mascar (chicletes), pastilha e o cloridrato de bupropiona, prescrito também para depressão. “É um programa muito bem-sucedido e em várias unidades do país eles têm replicado isso, porque ficou com o protocolo”, afirmou, em referência ao registrado no Caderno de Atenção Básica n° 40 – O cuidado da pessoa tabagista.</p>



<p>Para divulgar os endereços das unidades onde é oferecido o tratamento gratuito contra o tabagismo, o governo estadual de São Paulo mantém atualizada uma lista, que fica disponível no site da Secretaria da Saúde. A seção está dividida por pontos na capital, Grande São Paulo e interior do estado.</p>



<p>Edição: Maria Claudia</p>



<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>Trauma e seus impactos psicológicos</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2020 16:04:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Conforme o dicionário técnico de psicologia, trauma é uma lesão. Na terminologia psicanalítica significa uma lesão provocada na psique em resultado de uma experiência que pode ter sido agradável ou desagradável em si mesmo. Na perspectiva da terapia EMDR-TCC, traumas e lembranças dolorosas são armazenadas de forma mal adaptativa no cérebro, e gera medos, fobias, terrores, e ansiedade vinculada ou  presa aos fantasmas, às lembranças difíceis que mantém suas vítimas presas aos fantasmas do passado por meio de uma dissociação dos entre os dois hemisférios cerebrais (CARVALHO, 2019).                                       Entendendo a dor Médicos epidemiologistas e endocrinologistas americanos, como Dr Fellite e Dr Williamson, descobriram que pessoas com histórico de abuso sexual, bullying e experiências adversas sofridas na infância, desenvolviam obesidade e doenças física crônicas. Esses autores pesquisaram 17.421 pessoas segundo dez tipos de experiências adversas na infância e descobriram que havia um vínculo entre o trauma emocional e a doença física crônica. Na pesquisa ficou evidente que um alto número de experiências adversas na infância. Quanto maior essas experiências, maior o risco de um adulto desenvolver problemas médicos, doenças mentais e sociais. Metáfora do Trauma Mulher de Ló O trauma congela, nos transforma em estátuas de sal, eternamente congelados, olhando para trás, onde ocorreu a tragédia e a destruição. Não conseguimos olhar para frente, para o presente e para o futuro e nem fugir do que ocorreu. Conforme (Teicher, 2002), a privação, negligência, espancamento e abuso sexual ou emocional intenso e repetido na infância alteram o hardware cerebral, a própria fiação [&#8230;]</p>
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<p>Conforme o dicionário técnico de psicologia, trauma é uma lesão.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="771" height="250" src="http://centromenteplena.com.br/wp-content/uploads/2021/04/image-1.png" alt="" class="wp-image-391" srcset="https://centromenteplena.com.br/wp-content/uploads/2021/04/image-1.png 771w, https://centromenteplena.com.br/wp-content/uploads/2021/04/image-1-300x97.png 300w, https://centromenteplena.com.br/wp-content/uploads/2021/04/image-1-768x249.png 768w" sizes="(max-width: 771px) 100vw, 771px" /></figure>



<p>Na terminologia psicanalítica significa uma lesão provocada na psique em resultado de uma experiência que pode ter sido agradável ou desagradável em si mesmo.</p>



<p>Na perspectiva da terapia EMDR-TCC, traumas e lembranças dolorosas são armazenadas de forma mal adaptativa no cérebro, e gera medos, fobias, terrores, e ansiedade vinculada ou  presa aos fantasmas, às lembranças difíceis que mantém suas vítimas presas aos fantasmas do passado por meio de uma dissociação dos entre os dois hemisférios cerebrais (CARVALHO, 2019).</p>



<p>                                     </p>



<h2 class="wp-block-heading">Entendendo a dor </h2>



<p>Médicos epidemiologistas e endocrinologistas americanos, como Dr Fellite e Dr Williamson, descobriram que pessoas com histórico de abuso sexual, bullying e experiências adversas sofridas na infância, desenvolviam obesidade e doenças física crônicas.</p>



<p>Esses autores pesquisaram 17.421 pessoas segundo dez tipos de experiências adversas na infância e descobriram que havia um vínculo entre o trauma emocional e a doença física crônica.</p>



<p>Na pesquisa ficou evidente que um alto número de experiências adversas na infância. Quanto maior essas experiências, maior o risco de um adulto desenvolver problemas médicos, doenças mentais e sociais.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>M</strong>etáfora do Trauma</h2>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="681" height="310" src="http://centromenteplena.com.br/wp-content/uploads/2021/04/image-2.jpg" alt="" class="wp-image-392" srcset="https://centromenteplena.com.br/wp-content/uploads/2021/04/image-2.jpg 681w, https://centromenteplena.com.br/wp-content/uploads/2021/04/image-2-300x137.jpg 300w" sizes="(max-width: 681px) 100vw, 681px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Mulher de Ló</h2>



<p>O trauma congela, nos transforma em estátuas de sal, eternamente congelados, olhando para trás, onde ocorreu a tragédia e a destruição. Não conseguimos olhar para frente, para o presente e para o futuro e nem fugir do que ocorreu.</p>



<p>Conforme (Teicher, 2002), a privação, negligência, espancamento e abuso sexual ou emocional intenso e repetido na infância alteram o <em>hardware</em> cerebral, a própria fiação dos circuitos emocionais, produzindo modificações neuroantômicas na amígdala e no hipocampo e predispondo ao comportamento antissocial.</p>



<p>O desenvolvimento da personalidade envolveria a expressão das predisposições temperamentais em interação com as experiências de criação e, sobretudo, de socialização em complexas etapas de desenvolvimento (Martin e Bateson, 2000; Harris 1998, 1999).</p>



<p>  O trauma congela as lembranças no cérebro a nível neuroquímico. } }o conteúdo arquivado deforma disfuncional compromete a atividade neuro cerebral. Tem partes do nosso cérebro que possuem arquivos cheios de conteúdos guardados de forma neuroquimicamente disfuncional.</p>



<p>Suzana respirou fundo e disse: eu sou a heroína do bem-resolvido a vida de todo mundo, mas estou paralisada para resolver a minha desde que aquilo me aconteceu&#8230;. } o trauma tira a capacidade de escolha.</p>



<p>}Os dois hemisférios não estão se falando, não tem como atribuir significado àquilo que aconteceu. As informações mal adaptadas se encontram dissociadas das ferramentas que poderiam ajudar a processar e arquivar adaptativamente aquela lembrança ruim.</p>



<p>O trauma faz com que acreditemos em mentiras a nosso respeito. Não conseguimos processar (digerir) uma experiência dolorosa. A lembrança fica guardada não só com a sua dor, mas também com o que pensamos, sentimos fisicamente, os cheiros, os sons, as cores. Tudo isso fica guardado nessa lembrança no arquivo de nosso cérebro. (Carvalho, 2019). }esses pensamentos são irracionais e falsos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><strong>O que vai ajudar a superar o trauma?</strong></strong></h2>



<p>A possibilidade de reprocessar e integrar adaptativamente o conteúdo dessas lembranças.</p>



<p>De certa maneira, podemos dizer como o sábio Jó: que Deus colocou a eternidade em nossos corações. Hoje em dia, uma forma dessa “eternidade” se manifestar na nossa vida pode ser chamado do inconsciente que, aliás, não tem noção de tempo.</p>



<p>O trauma está eternamente se repetindo dentro de nós, deixa nosso cérebro hipervigilante, pois o cérebro mais profundo (inconsciente) continua precisando nos proteger do perigo. E como tem uma parte do cérebro que ainda não sabe que o perigo passou, algo ruim ainda pode acontecer e ficam eternamente fixados olhando a destruição causada pelo trauma (Carvalho, 2019).</p>



<p>                               </p>
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		<title>Qual a Diferença entre preocupação, ansiedade e estresse?</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2020 16:02:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Preocupação, ansiedade e estresse são sentimentos que fazem parte da nossa vida e, por provocarem algumas sensações parecidas, muitas vezes podem ser confundidas. E saber reconhecer cada uma dessas condições é importante, pois em excesso elas podem prejudicar a saúde física e mental. &#8220;São sensações que estão sobrepostas, por isso identificar cada uma é importante para perceber se as suas reações são normativas ou excessivas&#8221;, explica Carolina Lisboa, docente em Psicologia da Escola de Ciências da Saúde e da Vida da PUC-RS (Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul). A seguir, explicamos como diferenciar a preocupação da ansiedade e do estresse e o que fazer para lidar melhor com esses sentimentos. Como lidar com a preocupação: Imponha um limite para pensar na questão e depois desse prazo apenas procure redirecionar seus pensamentos para outras situações ou necessidades; Ao identificar a preocupação, observe o que pode ser feito para uma solução; Anote suas preocupações, afinal, listar tende a acalmar esses pensamentos repetitivos. Como lidar com a ansiedade: Diminua estimulantes como cafeína, açúcar e álcool, que podem elevar ainda mais a ansiedade; Procure respirar para acalmar e interromper o ciclo de ansiedade; Busque distrações como uma caminhada, uma música ou uma atividade lúdica para diminuir o episódio de ansiedade; Se o problema se tornar patológica, busque por ajuda médica e psicológica. Como lidar com o estresse: Faça atividade física regularmente. O exercício estimula a produção de neurotransmissores que relaxam e trazem bem-estar, ajudando a reduzir o nível de estresse no corpo; [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Preocupação, ansiedade e estresse são sentimentos que fazem parte da nossa vida e, por provocarem algumas sensações parecidas, muitas vezes podem ser confundidas. E saber reconhecer cada uma dessas condições é importante, pois em excesso elas podem prejudicar a saúde física e mental.</p>



<p>&#8220;São sensações que estão sobrepostas, por isso identificar cada uma é importante para perceber se as suas reações são normativas ou excessivas&#8221;, explica Carolina Lisboa, docente em Psicologia da Escola de Ciências da Saúde e da Vida da PUC-RS (Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul). A seguir, explicamos como diferenciar a preocupação da ansiedade e do estresse e o que fazer para lidar melhor com esses sentimentos.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="840" height="360" src="http://centromenteplena.com.br/wp-content/uploads/2020/11/image-large1.jpg" alt="" class="wp-image-88" srcset="https://centromenteplena.com.br/wp-content/uploads/2020/11/image-large1.jpg 840w, https://centromenteplena.com.br/wp-content/uploads/2020/11/image-large1-300x129.jpg 300w, https://centromenteplena.com.br/wp-content/uploads/2020/11/image-large1-768x329.jpg 768w" sizes="(max-width: 840px) 100vw, 840px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Como lidar com a preocupação:</h2>



<ul class="wp-block-list"><li>Imponha um limite para pensar na questão e depois desse prazo apenas procure redirecionar seus pensamentos para outras situações ou necessidades;</li><li>Ao identificar a preocupação, observe o que pode ser feito para uma solução;</li><li>Anote suas preocupações, afinal, listar tende a acalmar esses pensamentos repetitivos.</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading">Como lidar com a ansiedade:</h2>



<ul class="wp-block-list"><li>Diminua estimulantes como cafeína, açúcar e álcool, que podem elevar ainda mais a ansiedade;</li><li>Procure respirar para acalmar e interromper o ciclo de ansiedade;</li><li>Busque distrações como uma caminhada, uma música ou uma atividade lúdica para diminuir o episódio de ansiedade;</li><li>Se o problema se tornar patológica, busque por ajuda médica e psicológica.</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading">Como lidar com o estresse:</h2>



<ul class="wp-block-list"><li>Faça atividade física regularmente. O exercício estimula a produção de neurotransmissores que relaxam e trazem bem-estar, ajudando a reduzir o nível de estresse no corpo;</li><li>Pratique a aceitação, que implica em viver as situações de maneira adequada, sem a tentativa de confrontar, já que o agente estressor não pode ser removido;</li><li>Aposte em técnicas de relaxamento, respiração diafragmática e meditação, que são muito úteis como auxiliares no manejo do estresse, reduzindo as respostas fisiológicas a ele associadas.</li></ul>
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